segunda-feira, 18 de junho de 2012

Rio+20 e o Código Florestal Brasileiro



1)Que relação você vê entre a proteção das nascentes, rios, florestas, solos e o Código Florestal Brasileiro?

2) Quais as três forças que estão dando rumo as discussões e as decisões relativas ao Novo Código Florestal Brasileiro? De que forma, nós, cidadãos simples e anônimos, podemos nos incorporar e interferir nos rumos desta grande e necessária discussão?

3)A Presidenta Dilma Roussef, mesmo com grande dificuldade e de forma acanhada, vetou 12 artigos aprovados pelos deputados e senadores para o novo Código Florestal Brasileiro.Agora este projeto volta a ser discutido novamente no Congresso Nacional, e se obtiver 2/3 dos votos do mesmo, derrubam os vetos da Presidenta, e, nada poderemos fazer para mudá-lo. Se ela ousou vetar alguns, você não acha que está na hora, da sociedade brasileira sair do comodismo, deixar de ser omissa, e articular um movimento vigoroso, de forma a pressionar os deputados e senadores de todo o País, bem como os produtores rurais, resistentes ao desenvolvimento sustentável para que reflitam e, mesmo contrariados, se incorporem na defesa de fato e não só em discurso do meio ambiente?

4)O que você acha da sugestão de em sua Escola, criarmos um blog, no qual façamos uma vigorosa discussão, postando textos, vídeos, slides, charges, etc, visando construir uma consciência ambiental mais profunda e levar a sociedade brasileira a participar com entusiasmo, sem medo, e exercer plenamente a cidadania nos planos individual e coletivo?

Cidades e Soluções, Rio+20



1)Por que neste vídeo, um dos debatedores, afirma que o Brasil não planejou, porém, na atualidade é um país referência no mundo para as experiências de desenvolvimento sustentável? Que fatos estão ocorrendo no Brasil, que comprovam a veracidade de tais afirmações?

2)Quais os argumentos utilizados pelas nações ricas para contribuírem na formação de um fundo, correspondente a 25% do PIB Mundial, e que pudesse ser utilizado para o financiamento sustentável dos países pobres?

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sábado, 16 de junho de 2012

Após vetos ao Código Florestal, Dilma fala em crescer e preservar

Texto extraído no seguinte endereço: http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5803984-EI306,00-Apos+vetos+ao+Codigo+Florestal+Dilma+fala+em+crescer+e+preservar.html


30 de maio de 2012 15h27 atualizado às 15h49

A presidente Dilma Rousseff disse nesta quarta-feira, em discurso na entrega do Prêmio Objetivos do Desenvolvimento do Milênio (ODM) Brasil, no Palácio do Planalto, que é possível conciliar o crescimento do País com a preservação do meio ambiente. "Mostramos que é possível preservar nossas florestas, nossa biodiversidade, nossos rios, nossas riquezas naturais. É possível tudo isso e, ao mesmo tempo, crescer e desenvolver a produção agrícola e industrial".

Na semana passada, a presidente Dilma vetou 12 itens do novo Código Florestal Brasileiro e promoveu mais de 30 alterações de redação no texto aprovado pela Câmara dos Deputados. A finalidade foi a de não permitir anistia a desmatadores e proibir a atividade agropecuária em áreas de proteção permanente (APPs).

No disurso de hoje, Dilma disse que distribuir renda, assegurar emprego e garantir serviços públicos de qualidade são fundamentais para o crescimento do País. "Percebemos que a soma de incluir, crescer, proteger e conservar resulta em desenvolvimento qualitativamente melhor e quantitativamente maior".

Dilma ainda citou a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que começa dia 13 de junho, no Rio de Janeiro. "Estamos a um mês da Rio+20 e, sem abrir mão dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, temos que dar passos à frente e nossos passos à frente são no sentido do nosso comprometimento com incluir, proteger, crescer e conservar".

Ao final da cerimônia, Dilma fez uma homenagem ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo trabalho dele na busca da erradicação da pobreza. No momento da homenagem, os participantes aplaudiram de pé.

A 4ª edição do Prêmio Objetivos do Desenvolvimento do Milênio Brasil premiou 20 organizações sociais e prefeituras. Foram 1.638 práticas inscritas, sendo 918 de organizações e 720 de prefeituras. Os premiados receberam certificados que comprovam a contribuição para alcançar os ODM. Criado em 2004, o prêmio é coordenado pela Secretaria-Geral da Presidência da República, em parceria com o Programa Nacional das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

A partir de debates com a comunidade internacional, a Organização das Nações Unidas (ONU) definiu um conjunto oito metas a serem cumpridas até 2015, relacionadas a questões como redução da pobreza, da mortalidade infantil, garantia de educação básica e combate à aids. Líderes de 191 países - entre eles o Brasil - se comprometeram a seguir as metas, conhecidas como ODM.

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Vetos da Presidente ao Código Florestal Brasileiro

Texto extraído do seguinte endereço: http://www.ihu.unisinos.br/ (Instituto Humanistas Unisinos)

Dilma veta 12 itens do Código Florestal, acaba com anistia e decide editar MP

Pressionada por setores da sociedade civil e às vésperas de ser a grande anfitriã da conferência Rio+20, a presidenteDilma Rousseff decidiu ontem vetar 12 pontos do texto do Código Florestal aprovado pela Câmara dos Deputados. O Planalto anunciou que não vai dar anistia a desmatadores, resgatou trechos da versão do Senado, desafiou a bancada ruralista e, via medida provisória, estabelecerá novas faixas para as Áreas de Preservação Permanente (APPs) à beira de rios, que serão proporcionais ao tamanho da propriedade.

A reportagem é de Rafael Moura, Tânia Monteiro e Venilson Ferreira e publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 26-05-2012.

Além dos 12 pontos vetados, serão feitas 32 modificações no texto da Câmara - 14 recuperam o projeto aprovado no Senado, 5 correspondem a dispositivos novos incluídos e 13 são ajustes ou adequações de conteúdo, informou ontem o ministro Luís Inácio Adams, da Advocacia-Geral da União (AGU), durante anúncio feito ao lado dos ministrosIzabella Teixeira (Meio Ambiente), Pepe Vargas (Desenvolvimento Agrário) e Mendes Ribeiro (Agricultura).

Segundo Adams, o governo vetou os artigos 1.º e 61.º, que tratam, respectivamente, dos princípios do Código e da recuperação das APPs. "As diretrizes (do governo) compreendem recompor o texto do Senado, preservar acordos e não anistiar o desmatador. Preservar os pequenos proprietários e responsabilizar todos pela recuperação ambiental: todos terão de recuperar o que foi desmatado em todas as propriedades", afirmou Izabella.

O Planalto, no entanto, não distribuiu o texto da MP nem detalhou todos os pontos vetados pela presidente, que deverão ser publicados no Diário Oficial da União na segunda-feira.

Ribeiro afirmou que no total não deve ocorrer queda na produção. Disse que quando se trata de recuperar o ambiente, "é evidente que alguma propriedade pode ser perdida no que diz respeito ao setor produtivo". "Agora, se forem examinados o número de hectares e a questão da produtividade, veremos que a produtividade vem crescendo sem aumentar a área plantada", disse.

O texto aprovado pela Câmara previa a recuperação de 15 metros de mata ciliar para rios de até 10 metros de largura, sem levar em conta o tamanho da propriedade. Na nova versão, o governo estabelece faixas proporcionais de recuperação, segundo a dimensão da propriedade.

A agricultura familiar, que tem propriedades de até 4 módulos fiscais e correspondente a até 20 hectares na maioria dos municípios, será menos exigida na recomposição da área desmatada. Os proprietários de 2 a 4 módulos, por exemplo, terão de recuperar 15 metros de mata ciliar independentemente da largura do rio, mas o total da área deAPP deve ser no máximo 20% do imóvel. De acordo com Izabella, cerca de 90% das propriedades rurais do Brasil têm até 4 módulos fiscais, compreendendo 24% da área agrícola do País.

As regras serão mais rígidas para os grandes proprietários: nas propriedades com mais de 4 módulos fiscais, a recuperação deverá ser integral. De acordo com a ministra, também voltou a regra de que o proprietário tem cinco anos para fazer o Cadastro Ambiental Rural, assinar termo de compromisso e começar o Programa de Regularização Ambiental. "Até lá, quem não o fizer, em cinco anos, não terá mais acesso a crédito público. A presidente determinou o retorno dessa regra", afirmou Izabella.

Os manguezais voltam a ser APPs, retomando entendimento do Senado, informou a ministra. Além disso, foram vetados dois parágrafos que flexibilizaram regras, permitindo que os municípios definissem o que era APP - agora, a classificação do Código abrange áreas urbanas e rurais, destacou a ministra. Os porcentuais de reserva legal ficam mantidos, garantiu ela.

Decisão

Em abril, a Câmara impôs uma derrota ao governo ao modificar o texto do Senado, considerado mais equilibrado entre as reivindicações de ambientalistas e ruralistas. Dilma esperou até o último dia para bater o martelo sobre o tema.

Nas últimas semanas, ganhou força nas redes sociais a campanha "Veta, Dilma", que mobilizou da atriz Camila Pitanga ao cartunista Maurício de Sousa - anteontem, o governo recebeu o registro de 2 milhões de assinaturas contra o projeto.

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Rio+20

Veja aqui, as discussões que estão acontecendo na Conferência Mundial, sob responsabilidade da ONU, clicando nos links abaixo:
Senador defende desmatadores, veja AQUI

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quarta-feira, 6 de junho de 2012

PRIMEIRA RODA DE TERERÉ E CHIMARRÃO, ESCOLA VIEGAS

Nesta foto, da esquerda para a direita, o Diretor da Escola: Darcizio Menezes; Ricardo Dauzacker e a sua Esposa (fabricantes de Erva Mate para tereré, Tio Ramão) e José Tibiiriçá, pioneiro de Dourados, amante da cultura guarani e que deseja saber de tudo o que diz respeito a história da Erva Mate, Chimarrão e o Tereré. Veja mais detalhes, clicando AQUI

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PRIMEIRA RODA DE TERERÉ E CHIMARRÃO, ESCOLA VIEGAS

Evento realizado em 02/06/2012, nas dependências
da Escola Viegas, tendo como coordenadores eu e a
professora Zélia.

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terça-feira, 5 de junho de 2012

Roda de Tereré e Chimarrão, Escola Viegas


Escola promove com sucesso, Primeira Roda de Tereré e Chimarrão.Veja mais, clicando AQUI

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