segunda-feira, 22 de outubro de 2012

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sábado, 20 de outubro de 2012

Questão Racial no Brasil


Questão Racial no Brasil

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Questão Racial

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Agricultura moderna


Observação: este artigo foi produzido por Giordano Repossi – A Ecologia in João Antunes, Geografia vol. 1, 1990.
 , e foram encontradas no seguinte site::


A Agricultura Moderna
Caracterização
A produção em massa de produtos de fácil colocação nos mercados explica a adopção de novos métodos de cultura baseados nas grandes explorações, na especialização e mecanização, tendo como objectivo a maximização do lucro, subordinando a produção ao consumo.
A agricultura actual apoia-se cada vez mais na investigação científica e na indústria para aperfeiçoar as suas técnicas e métodos de cultura e depender, cada vez menos, das condições naturais. Os laboratórios e as modernas estações agrícolas experimentais, onde a biologia , em geral, e a genética, em particular desempenham um papel primordial na investigação agronómica, constituem o grande motor dos grandes progressos que ultimamente se têm registado na agricultura, em particular nos países industrializados.

Criam-se e seleccionam-se espécies e variedades de maior rendimento e melhor qualidade (a beterraba, que originariamente era do tamanho da cabeça de um dedo transformou-se numa raiz grossa, 10 a 20 vezes maior). Procura-se o crescimento do aparelho reprodutor das plantas nos casos em que interessam as sementes ou os frutos (enquanto o trigo mais próximo das plantas expontâneas dá 4 a 5 vezes a semente, as espécies laboratorialmente transformadas (hibridação) podem dar mais de 30 vezes a semente). Conseguem-se espécies resistentes às intempéries e às doenças e parasitas. Possibilita-se o alargamento de cultura para além dos limites climáticos naturais (introdução do trigo no Nordeste da Europa e no Norte dos EUA).
Mas a pesquisa científica vai ainda mais longe: consegue adaptar os ritmos de produção às oscilações dos mercados; permite a cultura de árvores de fruto calibrados com dimensões comerciais estandardizadas; isola variedades cujas datas de maturação se repartem de tal modo que o mesmo produto pode ser colocado no mercado durante um longo período do ano (as uvas de mesa na França começam a ser colhidas em Julho e vão até Novembro).

O uso racional de fertilizantes químicos permite uma produção abundante e rápida. Por sua vez, os herbicidas selectivos e os pesticidas permitem eliminar as ervas daninhas (monda química) e as numerosas doenças e parasitas que atacam as plantas.
Estudam-se as características físicas e químicas dos solos de modo a serem utilizados por culturas a eles adaptados e procede-se à sua correcção quando tal se torna necessário, por ao agricultor se lhe não oferecer outra alternativa em termos económicos. Aplicam-se novos e modernos processos de irrigação com vista ao aproveitamento racional da água e a uma melhor distribuição pelas culturas (o exemplo da rega por aspersão). Finalmente, as combinações culturais (afolhamentos e rotações) cientificamente estudadas permitem um melhor uso do solo, o que se reflecte no seu maior rendimento.





O trabalho muscular (do homem ou dos animais) é na agricultura moderna totalmente substituído pelo trabalho das máquinas, resultando em maiores rendimentos e produtividade. O motor e as máquinas dos mais diversos tipos e constantemente renovados por novos e mais sofisticados modelos invadem os campos: desde o mais simples tractor ao avião semeador, passando pelas ceifeiras debulhadoras e máquinas de colher legumes e frutos. As explorações modernas tornaram-   -se autênticas fábricas de produtos agrícolas. O cheiro dos animais e do estrume é substituído pelo dos combustíveis e dos lubrificantes. A um meio de seres vivos substitui-se um universo mecanizado. O agricultor torna-se, então, mecânico, tractorista, condutor de engenhos, etc.. O reordenamento territorial assume cada vez maior importância dada a necessidade da paisagem agrícola se adaptar às novas máquinas e técnicas de trabalho. Assim, é necessário agrupar parcelas e dividi-las em talhões maiores, consoante a qualidade do solo e a índole dos produtos a cultivar – emparcelamento, distribuição de água e electricidade, construção de estradas, etc.. A agricultura moderna assenta numa verdadeira planificação do espaço rural.

No sentido de elevar a rentabilidade do equipamento das explorações, em particular da maquinaria, a maior parte da qual não é polivalente, o agricultor procura elaborar planos de produção de modo a utilizar esse equipamento até ao limite máximo da sua capacidade potencial. Tal atitude leva a alterações das associações de culturas, com a introdução de algumas, aumento de outras e supressão de muitas, tendendo-se, deste modo, para a especialização cultural, apesar das desvantagens ao nível da erosão dos solos e proliferação das pragas.

A agricultura moderna apresenta-se como a melhor forma de dar resposta à crescente procura de produtos agrícolas. No entanto, ela apresenta diversos aspectos negativos que não convém ignorar.
A necessidade de uma agricultura monocultural latifundiária para rentabilizar a maquinaria e maximizar a produção apresenta, no entanto,  enormes inconvenientes:
   maior degradação dos solos no período de pousio em que a parcela é facilmente erodida porque fica mais exposta aos agentes atmosféricos;
   o sistema monocultural, fazendo incidir toda a pressão da cultura sobre certos elementos minerais e orgânicos, esgota rapidamente os solos tornando-os improdutivos, mesmo lançando-se mão de dispendiosos processos de fertilização;
   maior facilidade na proliferação das pragas em grandes extensões da mesma cultura;
   a tecnologia agrícola moderna constitui também um poderoso factor de degradação dos solos. O intenso trabalho mecânico, com máquinas muito pesadas, favorece a compactação do solo que dificulta a circulação do ar e da água que, circulando superficialmente acelera a erosão;
   Por outro lado, o uso maciço de produtos químicos (fertilizantes, pesticidas, hebicidas, etc.), muitos deles de alta toxicidade, podem durante algum tempo aumentar os rendimentos da terra. Mas se o solo não for compensado com fertilizantes orgânicos, ele acabará por empobrecer e tornar-se estéril. Estes produtos químicos contribuem também para a contaminação dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos e para introdução de elementos tóxicos nos alimentos.
Esta agricultura tem assim grandes impactos negativos sobre o ambiente.
Adaptado de João Antunes, Geografia vol. 1, 1990.


Agricultura Moderna
Danos causados por pesticidas

“Os malefícios dos insecticidas e plastificantes levam-nos a considerar igualmente a utilização, que hoje se faz em larga escala, dos herbicidas e desfolhantes. Estes são produtos que fazem parte da nova lista de meios utilizados numa agricultura mais avançada e que causam problemas muito graves.
Na maior parte dos casos, estes produtos são espalhados por meio de helicópteros e de aviões, pelo que, frequentemente, são arrastados pelo vento e transportados para zonas afastadas onde existem culturas e habitações. Ainda por cima estes produtos são usados frequentemente em concentrações muito superiores às que são indicadas para o seu emprego na agricultura. Quando se verificam casos destes, podem destruir-se culturas e florestas e provocarem-se graves danos na saúde dos habitantes das zonas atingidas.
Há confirmações flagrantes da gravidade destes perigos.
A cidade de Phoenix, no Arizona, devido à necessidade de ter mais água nos vales e pastagens mais férteis para o gado, decidiu eliminar, com desfolhantes e herbicidas, as moitas e o mato de uma zona montanhosa.
Um helicóptero começou a pulverizar a zona. À primeira vista pareceria uma operação de rotina, até porque se tinha prevenido a população de que se utilizariam produtos comerciais garantidos como inócuos para animais de sangue quente, peixes e caça, assim como para a população.
Mas, de repente, os habitantes da zona pulverizada apareceram com violentas exaquecas e dores no peito, enquanto alguns sofreram imediata paralisia das mãos. Depois as coisas agravaram-se: algumas mulheres grávidas perderam as crianças que esperavam; outras tiveram bebés deformados. Com os animais e plantas sucedeu o mesmo. Muitos animais perderam as crias ou tiveram-nas deformadas; patos e pombos nasceram com membros mal formados. Muitas plantas, em vez de crescerem direitas, enrolaram-se sobre si próprias como bolas; outras cresceram contorcidas como serpentes; outras ainda assumiram formas esquisitas, como se tivessem endoidecido.
Face a estes desconcertantes fenómenos, providenciou-se para examinar todas as fontes de águas doméstica da zona. em todas as amostras recolhidas encontraram-se traços de herbicidas e desfolhantes”.
Giordano Repossi – A Ecologia in João Antunes, Geografia vol. 1, 1990.












Quais as vantagens da Agricultura Moderna?


1.     Com base nos textos distribuídos e no manual escolar, com o objectivo de preparar a argumentação para o debate, enumera as vantagens da Agricultura Moderna quanto aos seguintes aspectos:

E Trabalho do solo




E Rotação de culturas




E Fertilização




E Combate a doenças e pragas




2.     Depois de teres analisado os documentos fornecidos, dá uma noção de Agricultura Moderna.

3.     Se um agricultor interessado na prática de uma Agricultura Moderna te pedisse um conselho, que razões lhe indicarias para justificar a aposta numa agricultura deste tipo?

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Turmas dos Primeiros Anos das Escolas Menodora e Viegas, analisem este vídeo, Ele é muito ilustrativo.

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Atenção alunos dos Primeiros Anos do Ensino Médio das Escolas Viegas e Menodora, este é um dos temas do quarto bimestre

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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Amazônia



Este video é muito interessante por que aborda a temática que deve nos preocupar muito, o desenvolvimento autossustentável